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Foto: Internet
A expansão do trabalho por aplicativos de transporte de passageiros e de entrega de mercadorias escancara uma realidade preocupante no Brasil: a maioria dos trabalhadores dessas plataformas não possui qualquer vínculo com a Previdência Social.
Sem contribuição regular ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como conta o repórter Carlos Silva, no Jornal Alerta Geral, esses profissionais ficam desprotegidos em situações de doença, acidente, invalidez ou na chegada da aposentadoria.
O jornalista Luzenor de Oliveira, em seu comentário no Jornal Alerta Geral, reafirma que, sem contribuição, não há pagamento de auxílio, nem aposentadoria.
SEM PROTEÇÃO
Atualmente, milhões de motoristas e entregadores atuam de maneira informal, sem acesso a benefícios básicos como auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte ou aposentadoria por tempo de contribuição.
O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de pessoas que atuam com aplicativos de entregas e de passeios. Em caso de afastamento forçado do trabalho, seja por problema de saúde ou acidente durante a atividade, a renda simplesmente desaparece.
A ausência de cobertura previdenciária também transfere para as famílias e para a assistência social do Estado o impacto financeiro de situações extremas, ampliando a vulnerabilidade social de uma categoria que cresce rapidamente no país. Especialistas alertam que, sem um marco legal que regulamente a contribuição previdenciária dessas atividades, o problema tende a se agravar nos próximos anos.
O debate sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos ganhou força justamente diante desse cenário, com a defesa de regras que garantam proteção social mínima sem eliminar a flexibilidade do modelo.
Para milhões de trabalhadores, a inclusão no sistema previdenciário é vista como passo essencial para assegurar dignidade, segurança e futuro.
Ceará Agora
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